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Saber tu sabe, outra coisa é ter as manha

Novas fronteiras e formas de encarar as redes sociais

 

Na última semana a Share, empresa de educação em comunicação, organizou o Social Talks 2019, junto com o Prêmio Share Mídia Social. O evento contou com participação de grandes mentes criativas por trás de páginas de conteúdo prestigiadas, como Marcela Ceribelli da Obvius Agency e Nicolas Vendramini da Netlix, além de outros especialistas em mídias sociais como Bruno Brandão (Twitter), Andrey Dutra (Share), Diego Iraheta, Gabriel Matos (BuzzFeed) e Joyce Prestes.

 

Entre os tópicos abordados, muito foi falado sobre como as marcas devem cativar seu público para que, independente da rede social, eles mantenham o público sempre engajado. Para tanto é necessário que se crie conteúdos que sejam relevantes, e que possam transitar entre as redes, e que possam ser compartilhados de inúmeras maneiras, como por DM e em grupos de WhatssApp, por exemplo.

 

Outro ponto salientado é a importância de estarmos conectados à “cultura do agora”, entendendo a relevância das notícias e trends no momento presente, nos valendo dessa relevância no momento certo, e não caindo no oportunismo, criar um conteúdo a partir de uma tendência, mas de uma maneira que seja relevante para a marca buscando a ressignificação dos conteúdos, ao invés de apenas usar a tendência de forma aleatória.

 

Da mesma forma as parcerias entre influencers/creators com uma marca devem ser feitas com base na coerência entre públicos e campanhas, de forma que eles tenham liberdade para exercitar sua criatividade, estando esta, em conexão com os ideais da marca.

 

 Em suma, independente do caminho adotado, é importante que se entenda que o público busca ações que transmitam a ideia de personalização, que consiga atingi-los diretamente.

 

Para fechar: a dica é diversificar o conteúdo e as plataformas, apostar em novas redes sociais, como o TikTok e “novas” formas de mídias, como os Podcasts.

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